Aquela escuridão que não cessa
A pedida de hoje é o pano,
Não estou disposto, nem sairei daqui
Faço o esforço de respirar
Abalado, embalado, pelos sinos
Do medo, da ânsia, da sisma.
Não quero, não vou,
morra Maria!
sexta-feira, 17 de abril de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
A cisma
Agora é pesado o pesadelo.
E as mãos são canivetes...
[a ceifar neurônios!
Não vamos cair em tentação.
Fuja para as montanhas Aleph!
Corra o quanto puder!
A Telepatia apática dos macacos,
Faz as flores murcharem na planície.
E o mundo ainda gira incerto.
As nuvens não caem por capricho.
Caço borboletas para o jantar dos tolos,
E aguardo a chama minguar ao entardecer.
E as mãos são canivetes...
[a ceifar neurônios!
Não vamos cair em tentação.
Fuja para as montanhas Aleph!
Corra o quanto puder!
A Telepatia apática dos macacos,
Faz as flores murcharem na planície.
E o mundo ainda gira incerto.
As nuvens não caem por capricho.
Caço borboletas para o jantar dos tolos,
E aguardo a chama minguar ao entardecer.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Purulência
As pessoas mentem meu amigo!
Não há nada de novo nisso...
Elas querem vê-los mortos, meus irmãos.
Você não é especial, nem nunca será!
Suas melhores companhias são as pulgas.
E suas calças já não permitem o sinto.
A cabeça desmorona do pescoço.
Não tente entender os vermes...
Sua memória sucumbiu as mesmices.
E as larvas do quintal fornecem nutrientes.
O calabouço é estreito e só há uma vaga.
Cale-se e finja seguir a marcha...
Escancare a boca e engula o mundo!
Não há nada de brutal nisso...
Faça o melhor daquilo que é detestável.
Seja o supremo em atrocidades.
E te amarão!
Eles só querem a podridão, minhas crianças.
Nada além do que fede e menos que o imundo.
Não há nada de novo nisso...
Elas querem vê-los mortos, meus irmãos.
Você não é especial, nem nunca será!
Suas melhores companhias são as pulgas.
E suas calças já não permitem o sinto.
A cabeça desmorona do pescoço.
Não tente entender os vermes...
Sua memória sucumbiu as mesmices.
E as larvas do quintal fornecem nutrientes.
O calabouço é estreito e só há uma vaga.
Cale-se e finja seguir a marcha...
Escancare a boca e engula o mundo!
Não há nada de brutal nisso...
Faça o melhor daquilo que é detestável.
Seja o supremo em atrocidades.
E te amarão!
Eles só querem a podridão, minhas crianças.
Nada além do que fede e menos que o imundo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Dinamitando os arvoredos
As senhoras mal vestidas expulsam o diabo
Das costas ocas de um indigente, que porra!
Por que o tal filho da mãe não expulsa-as do mundo?
Quanta bosta, na TV, nos celulares, nas redes nada sociais.
Antes era orgulho para os iconoclastas e rebeldes de plantão,
Lançar merda no ventilador, hoje é tão fétido quanto não fazê-lo!
Os meninos não pensam nem sentem, são tragados como fumaça
A multidão se acotovela e grita barbaridades, nada bárbaras.
São induzidos ao acerto e erram, quanta fadiga cerebral.
Como esperar que o coração não sucumba diante do eco?
O que se há de fazer quando o corpo pede o abismo?
Somos vermes a espreitar os olhos da razão sem roê-los
Ao ingerir ainda que uma parte mínima desse mal, salvaríamos!
Fugindo da dor de ser e da delícia de dizer, somos maltratados pelo verbo
Não, não é fácil estar fora, contra, remar e remar...
A música dos deuses é barulhenta e cavernosa, os lírios são bocas
E comem nossas tripas ao cheira-las, curando-nos de hecatombe.
Das costas ocas de um indigente, que porra!
Por que o tal filho da mãe não expulsa-as do mundo?
Quanta bosta, na TV, nos celulares, nas redes nada sociais.
Antes era orgulho para os iconoclastas e rebeldes de plantão,
Lançar merda no ventilador, hoje é tão fétido quanto não fazê-lo!
Os meninos não pensam nem sentem, são tragados como fumaça
A multidão se acotovela e grita barbaridades, nada bárbaras.
São induzidos ao acerto e erram, quanta fadiga cerebral.
Como esperar que o coração não sucumba diante do eco?
O que se há de fazer quando o corpo pede o abismo?
Somos vermes a espreitar os olhos da razão sem roê-los
Ao ingerir ainda que uma parte mínima desse mal, salvaríamos!
Fugindo da dor de ser e da delícia de dizer, somos maltratados pelo verbo
Não, não é fácil estar fora, contra, remar e remar...
A música dos deuses é barulhenta e cavernosa, os lírios são bocas
E comem nossas tripas ao cheira-las, curando-nos de hecatombe.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Centopedras
Escrevo, por que as ruas andam como centopeias
O sangue vira areia tão rapidamente, se espalha fácil
Ainda ontem algumas pessoas rezavam por um carro
Máquina
As pessoas vivem sem oração, função...morrem
Os pastores oram por seus bens, criadores de riquezas vans
A quebrada de cada esquina é mais dura que o dub
Som
Agora é tão cedo quanto ontem, e o amanhã sumiu
O arvoredo da vida seca a cada entardecer
E a noite é retorcida pelos uivos, os lobos falam mansamente
Lampejos
Somos todos tão medíocres que o material é farto
E o sonho se esvai, acordam todos os dias sem opção
Pontual, é a gentiliza, aquela que já não se vê
Raro.
O sangue vira areia tão rapidamente, se espalha fácil
Ainda ontem algumas pessoas rezavam por um carro
Máquina
As pessoas vivem sem oração, função...morrem
Os pastores oram por seus bens, criadores de riquezas vans
A quebrada de cada esquina é mais dura que o dub
Som
Agora é tão cedo quanto ontem, e o amanhã sumiu
O arvoredo da vida seca a cada entardecer
E a noite é retorcida pelos uivos, os lobos falam mansamente
Lampejos
Somos todos tão medíocres que o material é farto
E o sonho se esvai, acordam todos os dias sem opção
Pontual, é a gentiliza, aquela que já não se vê
Raro.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Sal e suor
Sem você aqui
As palhas são fogueiras
Os lençóis amarras
Sem você aqui
O tempo é muito
A vida pesada
Sem você aqui
A tarde é lava
O casebre deserto
As andorinhas sentem saudade de nosso amor.
As palhas são fogueiras
Os lençóis amarras
Sem você aqui
O tempo é muito
A vida pesada
Sem você aqui
A tarde é lava
O casebre deserto
As andorinhas sentem saudade de nosso amor.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Em teu nome
O nome que é dele, nela está
Assim como o outro ele,
Nasceu renomeado com o nome
Da companheira de outrora
E só os anjos sabem quiçá os santos
Quantos nomes teremos,
Em tantas vidas que viveremos.
Assim como o outro ele,
Nasceu renomeado com o nome
Da companheira de outrora
E só os anjos sabem quiçá os santos
Quantos nomes teremos,
Em tantas vidas que viveremos.
Assinar:
Postagens (Atom)