A bicha ácida...
Minha língua ta ardendo
Mas doce
quarta-feira, 29 de julho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
por tudo aquilo que se pode negar.
Sim!
É por muita coisa, é por um milhão de coisas.
Calma aí chapa...
São 10 anos de idéias e ideais jogados aos fungos?!
E não será um gatinho em pele de cordeiro, acéfalo lobo.
Que irá barrar esse outono com ar primaveril...
Acreditamos no sol e nos girassóis, por isso, giramos a roda viva.
Fazemos das nossas mãos a transmutação do indelével,
[casa do fundamento.
Não aceitaremos mais a fala rota nem o bafo fúnebre dos velhacos.
Cuspiremos de volta seu mingau aguado de fevereiros falsos.
Serão cobrados ingressos para o espetáculo do circo macabro.
E os mortos se levantarão.
As chamas cobrirão seus lençóis.
E a cal que jogaremos sobre as ervas daninhas,
...virará água límpida e pura.
É por muita coisa, é por um milhão de coisas.
Calma aí chapa...
São 10 anos de idéias e ideais jogados aos fungos?!
E não será um gatinho em pele de cordeiro, acéfalo lobo.
Que irá barrar esse outono com ar primaveril...
Acreditamos no sol e nos girassóis, por isso, giramos a roda viva.
Fazemos das nossas mãos a transmutação do indelével,
[casa do fundamento.
Não aceitaremos mais a fala rota nem o bafo fúnebre dos velhacos.
Cuspiremos de volta seu mingau aguado de fevereiros falsos.
Serão cobrados ingressos para o espetáculo do circo macabro.
E os mortos se levantarão.
As chamas cobrirão seus lençóis.
E a cal que jogaremos sobre as ervas daninhas,
...virará água límpida e pura.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Bom dia sol
O sol espera por ela
E não se levanta
Sem que ela ponha o pé no chão
Ela é a dona do sol
E só se levanta
Quando está pronta pra ferver
O dia é o sol
Ela é a luz do dia
E quando acorda trás consigo o calor
Mulher dourada solar
As chamas adornam seu corpo
E não há quem possa para-la
Espero por vê-la
Não tenho óculos de sol
Porém sua claridade não cega-me
Antes de sair, agradeço
Por ela...pelo sol, pela vida.
Lua.
E não se levanta
Sem que ela ponha o pé no chão
Ela é a dona do sol
E só se levanta
Quando está pronta pra ferver
O dia é o sol
Ela é a luz do dia
E quando acorda trás consigo o calor
Mulher dourada solar
As chamas adornam seu corpo
E não há quem possa para-la
Espero por vê-la
Não tenho óculos de sol
Porém sua claridade não cega-me
Antes de sair, agradeço
Por ela...pelo sol, pela vida.
Lua.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
O Carcereiro
Aquela escuridão que não cessa
A pedida de hoje é o pano,
Não estou disposto, nem sairei daqui
Faço o esforço de respirar
Abalado, embalado, pelos sinos
Do medo, da ânsia, da sisma.
Não quero, não vou,
morra Maria!
A pedida de hoje é o pano,
Não estou disposto, nem sairei daqui
Faço o esforço de respirar
Abalado, embalado, pelos sinos
Do medo, da ânsia, da sisma.
Não quero, não vou,
morra Maria!
terça-feira, 31 de março de 2015
A cisma
Agora é pesado o pesadelo.
E as mãos são canivetes...
[a ceifar neurônios!
Não vamos cair em tentação.
Fuja para as montanhas Aleph!
Corra o quanto puder!
A Telepatia apática dos macacos,
Faz as flores murcharem na planície.
E o mundo ainda gira incerto.
As nuvens não caem por capricho.
Caço borboletas para o jantar dos tolos,
E aguardo a chama minguar ao entardecer.
E as mãos são canivetes...
[a ceifar neurônios!
Não vamos cair em tentação.
Fuja para as montanhas Aleph!
Corra o quanto puder!
A Telepatia apática dos macacos,
Faz as flores murcharem na planície.
E o mundo ainda gira incerto.
As nuvens não caem por capricho.
Caço borboletas para o jantar dos tolos,
E aguardo a chama minguar ao entardecer.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Purulência
As pessoas mentem meu amigo!
Não há nada de novo nisso...
Elas querem vê-los mortos, meus irmãos.
Você não é especial, nem nunca será!
Suas melhores companhias são as pulgas.
E suas calças já não permitem o sinto.
A cabeça desmorona do pescoço.
Não tente entender os vermes...
Sua memória sucumbiu as mesmices.
E as larvas do quintal fornecem nutrientes.
O calabouço é estreito e só há uma vaga.
Cale-se e finja seguir a marcha...
Escancare a boca e engula o mundo!
Não há nada de brutal nisso...
Faça o melhor daquilo que é detestável.
Seja o supremo em atrocidades.
E te amarão!
Eles só querem a podridão, minhas crianças.
Nada além do que fede e menos que o imundo.
Não há nada de novo nisso...
Elas querem vê-los mortos, meus irmãos.
Você não é especial, nem nunca será!
Suas melhores companhias são as pulgas.
E suas calças já não permitem o sinto.
A cabeça desmorona do pescoço.
Não tente entender os vermes...
Sua memória sucumbiu as mesmices.
E as larvas do quintal fornecem nutrientes.
O calabouço é estreito e só há uma vaga.
Cale-se e finja seguir a marcha...
Escancare a boca e engula o mundo!
Não há nada de brutal nisso...
Faça o melhor daquilo que é detestável.
Seja o supremo em atrocidades.
E te amarão!
Eles só querem a podridão, minhas crianças.
Nada além do que fede e menos que o imundo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Dinamitando os arvoredos
As senhoras mal vestidas expulsam o diabo
Das costas ocas de um indigente, que porra!
Por que o tal filho da mãe não expulsa-as do mundo?
Quanta bosta, na TV, nos celulares, nas redes nada sociais.
Antes era orgulho para os iconoclastas e rebeldes de plantão,
Lançar merda no ventilador, hoje é tão fétido quanto não fazê-lo!
Os meninos não pensam nem sentem, são tragados como fumaça
A multidão se acotovela e grita barbaridades, nada bárbaras.
São induzidos ao acerto e erram, quanta fadiga cerebral.
Como esperar que o coração não sucumba diante do eco?
O que se há de fazer quando o corpo pede o abismo?
Somos vermes a espreitar os olhos da razão sem roê-los
Ao ingerir ainda que uma parte mínima desse mal, salvaríamos!
Fugindo da dor de ser e da delícia de dizer, somos maltratados pelo verbo
Não, não é fácil estar fora, contra, remar e remar...
A música dos deuses é barulhenta e cavernosa, os lírios são bocas
E comem nossas tripas ao cheira-las, curando-nos de hecatombe.
Das costas ocas de um indigente, que porra!
Por que o tal filho da mãe não expulsa-as do mundo?
Quanta bosta, na TV, nos celulares, nas redes nada sociais.
Antes era orgulho para os iconoclastas e rebeldes de plantão,
Lançar merda no ventilador, hoje é tão fétido quanto não fazê-lo!
Os meninos não pensam nem sentem, são tragados como fumaça
A multidão se acotovela e grita barbaridades, nada bárbaras.
São induzidos ao acerto e erram, quanta fadiga cerebral.
Como esperar que o coração não sucumba diante do eco?
O que se há de fazer quando o corpo pede o abismo?
Somos vermes a espreitar os olhos da razão sem roê-los
Ao ingerir ainda que uma parte mínima desse mal, salvaríamos!
Fugindo da dor de ser e da delícia de dizer, somos maltratados pelo verbo
Não, não é fácil estar fora, contra, remar e remar...
A música dos deuses é barulhenta e cavernosa, os lírios são bocas
E comem nossas tripas ao cheira-las, curando-nos de hecatombe.
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